quarta-feira, 23 de maio de 2012

"Tendo um nome como o meu, não seria necessário nem coerente eu adotar outra religião senão o culto de minha própria anima poética. Assim, erigi-me como Musa de mim mesma e minha religião é o meu ego assumido em plena transcendência literária. Estranho? Não! Todo poeta que se preze deve cultuar a sua alma privilegiada. Não há maior religiosidade, nem humildade..." ( Alma Welt)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

"Como pensadora e poeta, sou o contrário de qualquer patrão ou líder: nunca me verão dizendo às pessoas o que elas devem fazer. Meus pensamentos não têm esse teor. Aliás não posso conceber que se faça isso. Cada um que faça de si o que bem lhe aprouver, e arque ou não com as consequências. Neste "ou não" está a minha coerência..." (Alma Welt)

terça-feira, 1 de maio de 2012

"As memórias dos momentos adoráveis, das frases, gestos e flagrantes que guardamos... condensadas e compiladas ao longo da vida, por si só a justificam. Valeu a pena ter vivido! Quisera que elas voltem, e que assim eu pondere no último minuto..." (Alma Welt)

A Gula pela Vida

"Vivi intensamente, tanto pelo intelecto como pelos sentimentos. Posso então afirmar que extraí o sumo da vida. Entretanto, como os gulosos, devo confessar que nada me saciou. Quis sempre mais... e a mim mesma me surpreende que não tenha me tornado uma adicta, senão pela vida mesma..." (Alma Welt)

O Patrimônio Imaterial

"Congratulo-me comigo mesma, pois embora eu tenha nascido no seio de uma família abastada, cultivei um patrimônio totalmente imaterial, que é a minha bagagem cultural, literária, e de grande riqueza de memória afetiva. Agora que vejo o expólio material da minha família entrar em decadência, correndo o risco de se perder, vejo que eu estava certa: não me sinto na verdade empobrecer." (entrevista com Alma Welt)