Este espaço é dedicado às notas biográficas, textos e comentários que circulam na Internet sobre a grande escritora e poetisa Alma Welt
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
"Acredito, sim, que a minha obra, no futuro, ocupará seu nicho na cultura do meu país. Senão, por quê escreveria tantos sonetos, há tantos anos? Não sou de hobbies nem de esportes..." ( entrevista com Alma Welt)
"Não me convidem para festas. Só acredito em festas espontâneas, nascidas de um súbito entusiasmo..." (entrevista com Alma Welt)
"A morte não devia ser obrigatória, mas opcional. Detesto coisas compulsórias. São antidemocráticas..." (entrevista com Alma Welt)
terça-feira, 19 de agosto de 2014
"Eu só acreditaria num Céu onde houvesse a Poesia. Mas temo que o sofrimento inerente a ela nublaria suas radiosas nuvens..." (entrevista com Alma Welt)
"A planura do Pampa foi feita para mirarmos os longes..." (entrevista com Alma Welt)
O "glamour" é um estereótipo de Hollywood, abandonado pelos franceses que inventaram o termo. Não, não me impinjam isso. Venho do fim do mundo, o Pampa, e sou demasiado séria ou demasiado satírica para tal... A menos que o humor numa mulher seja "glamuroso"..." (entrevista com Alma Welt)
Sou Lucia Welt, e sou a irmã mais velha da grande poetisa lírica Alma Welt, falecida em 20/01/2007 em nossa Estância Santa Gertrudes, no Pampa gaúcho, num sábado. Também sou escritora e poetisa, mas estou empenhada em divulgar a obra magistral de minha irmã precocemente falecida. Sua morte foi tida como suicídio mas restam dúvidas quanto à possibilidade de um misterioso assassinato, o que certamente não chega a ser consolo para nós, sua família. Alma com apenas 35 anos deixou imensa obra em prosa e poesia. Grande sonetista, deixou mais de 4.000 sonetos primorosos. Sua última obra foi a série "Sonetos Pampianos da Alma,dos quais já encontrei cerca de 1.001 escritos entre Dezembro de 2004 e Janeiro de 2007. Seu último soneto entitulado "A Carruagem", foi escrito em 19/01/2007 na véspera de sua morte e tem um tom de despedida que comoveu centenas de leitores na página que ela mantinha no portal literário Recanto das Letras, de onde ela foi expulsa postumamente, em meio a um imenso e glorioso escândalo por suspeita de que ela era um heterônimo de alguém e portanto não podia morrer (!!!)