segunda-feira, 25 de julho de 2016

"Quando criança ganhei de uma tia um álbum de diário com um fecho e pequeno cadeado, que à primeira vista adorei. Entretanto esse fecho logo me pareceu absurdo e frustrante para quem, como eu, queria tanto ser uma escritora e poetisa, isto é, alguém lida por todo mundo, se possível. Joguei fora o cadeado, meus segredos haveriam de nascer violados e para isso eu faria de cada leitor meu confidente: esse seria o tom de meu discurso poético e literário: eu seria uma despudorada e íntima confessional..." (Alma Welt)