O ser humano não nasceu para ser triste. A tristeza se constitui como doença ou acidente de percurso. A alegria (não a euforia), reparem, dignifica o ser humano. Um ser alegre é bem vindo, muitas vezes comove ou queremos aprender algo com ele, não sabemos bem o quê, talvez o segredo mesmo da alegria, que deveria ser tão comum...
Entretanto, estamos perdendo a alegria, não aquela euforia carnavalesca, mas a simples alegria de sorrir à toa. Não o sorriso cáustico do sarcasmo, muito menos o riso sibilante do deboche, mas o simples sorriso infantil de aprovação à vida, de prazer e gratidão por existir...
(Entrevista com Alma Welt)
(Entrevista com Alma Welt)