sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
"Minha varanda é meu observatório da vida. Não me reconheço alienada por ser intrinsecamente romântica. Os livros dos grandes foram e ainda são a minha janela para o mundo. Quem pode negar sua acuidade e sabedoria? E a poesia? Se "quanto mais poético mais verdadeiro", como disse Novalis, quem me poderá cobrar realismo e mesmo "pé na terra"? Os jornais, a televisão, sim, são importantes para quem não lê o que realmente importa. Não me falem de coisas práticas, muito menos de política, esportes, futebol... não estou interessada nas coisas que começam e terminam em si mesmas. Nesse caso prefiro as flores, os pássaros..." (entrevista com Alma Welt)
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