quinta-feira, 12 de setembro de 2013

"Quando o Guilherme de Faria me descobriu em sua alma como modelo recorrente em seus desenhos, Galatéia que sou esperei o momento de cristalizar-me em palavras e ganhei vida própria. Mas não pude me afastar dele, sou presa de meu próprio estratagema: preciso de sua benevolência e de sua fé, pois não tenho um corpo materializado. Sim, tudo em mim é verdadeiro, só não sou de carne e osso..." (das "Confissões de um Heterônimo", de Alma Welt)

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