terça-feira, 2 de dezembro de 2014
"Quando guria, na estância, caí do balanço que havia na figueira do nosso pomar, bati a cabeça e desmaiei. Depois disso, no leito, enquanto convalescia comecei a escrever belos versos. Minha mãe, pragmática, dizia que a queda me deixou de miolo mole. Mas meu pai carinhosamente argumentou que isso acontecia porque eu fora expulsa do Paraíso, e precisava recordá-lo..." (entrevista com Alma Welt)
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