Não é preciso que os outros acreditem, mas sim tu mesmo. Se te propões como escritor e publicas, deves acreditar que és tão bom escritor quanto Dostoyevsky, Tolstoi, Proust, Flaubert... do contrário, cala-te para sempre. Absurdo? Não! Por que escreverias se aqueles já escreveram? O que escreves só tu pode escrevê-lo pois do contrário a História da Literatura teria se interrompido já na antiguidade com a Epopéia de Gilgamesh, ou com a Odisséia de Homero. Escreve como se fosses o primeiro, mas lembra-te: não perguntes a ninguém se está bom. O leitor quer sentir não só autoria, mas autoridade. O Destino, mais que o público, dirá se tinhas talento ou não.
(Alma Welt)
Nenhum comentário:
Postar um comentário